O aumento no tráfego de dados nas redes, impulsionado nos últimos anos pela pandemia, despertou o interesse de pessoas mal intencionadas em se apropriar de informações de terceiros para cometer fraudes. Embora o assunto já tenha sido abordado em nosso blog algumas vezes, nunca é demais falarmos sobre os cuidados para garantir a proteção ao cliente.

Antes de mais nada, é preciso entender o que é e como funciona uma fraude. Uma maneira simples de pensar nas fraudes é como uma assimetria de informações: uma pessoa sabe mais do que a outra, e usa esse conhecimento extra para exercer poder e conseguir algum benefício. O fraudador tem informações sobre uma pessoa que a empresa não tem, e assim consegue se passar por essa pessoa em um cadastro ou uma compra, por exemplo.

A partir deste conceito, podemos explorar as especificidades de cada um dos principais tipos de fraudes, e, dessa forma, encontrar a melhor forma de evitá-las. Seja por meio de controles internos mais rígidos, da identificação do perfil de um fraudador ou do conhecimento das soluções disponíveis no mercado, as empresas podem facilmente aumentar sua capacidade de prevenção e reduzir riscos.

Confira abaixo os três tipos de fraude mais comuns que acontecem nas empresas.

 

Fraude de identidade

Falando de uma forma bem ampla, a fraude mais comum no mercado é o exemplo que demos acima, onde alguém se passa por outra pessoa com o intuito de obter vantagens indevidas, por exemplo, no momento de preencher um cadastro para abrir uma conta falsa, de contratar um serviço ou do que quer que seja. Isso se aplica a qualquer tipo de empresa. Geralmente, esta é uma ação mal intencionada mesmo, salvo uma ou outra ocasião, como o responsável abrindo uma conta para um filho ou para uma pessoa impossibilitada de realizar tal função. Afora essas situações, o ato de se passar por outra pessoa é considerada uma ação mal intencionada e, consequentemente, um crime passível de punição.

A assimetria de informações aqui é bem óbvia: o fraudador conhece informações sobre um indivíduo que a empresa, que não tem nenhuma relação com a pessoa, não conhece. Ele então utiliza essas informações para preencher o cadastro e tentar burlar os processos de autenticação. A solução para esse problema também é conceitualmente simples: a empresa precisa encontrar uma forma de “saber mais” sobre o potencial cliente, de forma a validar elementos da identidade da pessoa que um fraudador não conseguiria copiar, invertendo a situação. Para esses casos, a Big Data Corp oferece aos seus clientes o BigID, que permite que você valide a identidade de qualquer pessoa ou empresa de forma rápida, simples e sem qualquer análise manual ou processo que incomode o cliente. Com ele, você aumenta a conversão de vendas e cadastros sem comprometer a segurança, em um processo que reúne diferentes tecnologias como questionários, OCR, Facematch e BackgroundCheck.

 

Falsidade ideológica

Um segundo tipo de fraude comum está relacionado com o primeiro, mas não necessariamente é igual. Toda fraude de identidade é uma falsidade ideológica, mas nem toda falsidade ideológica é uma fraude de identidade. Quando não estamos falando de uma fraude de identidade, o objetivo da falsidade é geralmente obter algum benefício percebido. Imagine, por exemplo, quando uma criança diz ter mais de 18 anos para acessar algum conteúdo ou produto restrito, ou quando uma pessoa usa uma VPN para acessar serviços que não estão disponíveis na região onde mora, ou mesmo quando preenchemos um valor maior (ou menor) nos formulários que perguntam a nossa renda.

Embora nem sempre sejam consideradas fraudes no sentido tradicional, essas situações geram prejuízos ou até mesmo risco legal para as empresas, e precisam ser endereçadas com tanto cuidado quanto uma fraude de identidade. A assimetria de informações aqui é similar ao caso anterior, mas a solução não passa pela validação de identidade do indivíduo, mas sim pela utilização de dados públicos externos que permitam a confirmação das informações sendo voluntariadas pela pessoa. Para isso, a Big Data Corp oferece o BigBoost, uma API que reúne todos os dados sobre pessoas, empresas e produtos espalhados pela internet, de dados cadastrais básicos aos conjuntos de informação exclusivos, atendendo a todas as suas necessidades por informação.

 

Autofraude

O terceiro tipo de fraude comum é a autofraude, que, como o próprio nome indica, acontece quando a pessoa está de certa forma fraudando a si mesma. Quando alguém faz uma compra no cartão de crédito, recebe o produto, e depois liga para o banco dizendo que não recebeu e contesta a compra, temos uma situação de autofraude. A assimetria de informações nesse caso é um pouco diferente dos casos anteriores. A autofraude geralmente acontece quando ocorre uma mudança na vida pessoal do indivíduo – quando ele perde o emprego, ou passa por uma crise de saúde, por exemplo.

Nessa situação, portanto, a solução para essa assimetria de informações é conseguir identificar as mudanças na situação de vida dos clientes, para evitar surpresas. A Big Data Corp, por meio do monitoramento constante de informação de pessoas, empresas e mercados, pode ajudar sua empresa a identificar e entender essa mudança de contexto, seja no nível individual (através do BigBoost, que mencionamos acima), ou se houve alguma mudança no contexto externo esteja apontando para essas mudanças comportamentais e que podem levar a um risco maior de fraude. Clique aqui e conheça o BigMarket.

 

Espero que tenha gostado e, para mais detalhes, fale com o nosso time escrevendo para comercial@bigdatacorp.com.br.

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