O compliance regulatório, ou seja, a adequação da empresa aos requisitos estabelecidos pelo governo ou por agências reguladoras para o seu funcionamento, não é um processo trivial. Muito do trabalho envolve a adequação de processos e procedimentos internos a padrões que nem sempre estão de acordo com a realidade dos negócios, e podem onerar de forma significativa a operação das empresas.

Além desses procedimentos internos, negócios que lidam diretamente com consumidores finais geralmente também precisam de uma camada adicional de processos que tratam da forma como a interação com esse consumidor ocorre, e do que precisa ser registrado oficial11mente. Todas as empresas estão sujeitas a isso, da uma loja que emite o cupom fiscal no momento da venda (porque a emissão de nota é um requisito regulatório) até o banco que analisa o risco de lavagem de dinheiro de cada transação financeira que passa por seus sistemas.

Em grande parte das situações que envolvem consumidores finais, os requisitos regulatórios estão relacionados com a coleta de informações dessas pessoas. O tipo exato da informação sendo coletada pode variar de mercado para mercado, mas, no geral, a necessidade é a mesma: faz-se necessário pegar informações relacionadas com os consumidores (CPF, nome, estado civil, endereço, e assim por diante) para que seja possível minimizar o risco de um crime estar acontecendo, e também para que seja possível investigar qualquer problema que venha a ocorrer.

Esse processo de coleta de informações para cumprir o compliance regulatório, no entanto, traz diversos problemas. Perguntar todas as informações necessárias para o cliente final gera muita fricção no processo de onboarding, o que pode levar clientes a desistirem de fazer uma compra ou abrir uma conta. Ao mesmo tempo, as respostas fornecidas podem não ser confiáveis, precisando ser validadas contra alguma fonte externa. E ainda existem informações que as pessoas desconhecem. Imagine um banco, por exemplo, perguntar se uma pessoa é Politicamente Exposta (um PEP, ou PPE). Muita gente nem sabe o que isso significa, e não vai saber responder corretamente a pergunta mesmo que esteja bem intencionado.

A melhor forma de resolver esse problema é utilizar fontes públicas para minimizar os dados sendo perguntados, validar as respostas fornecidas, e buscar as informações que as pessoas não sabem responder. Na BigDataCorp, ajudamos centenas de empresas a atender aos seus requisitos regulatórios, sejam eles normativas do BACEN, da Anatel, do próprio Governo Federal, ou qualquer outro, através da coleta dos dados necessários e do seu cruzamento com os cadastros realizados. Tudo isso de forma automática, simples e em tempo real, minimizando o impacto operacional do trabalho com esses dados.

Não só isso, mas oferecemos também o monitoramento contínuo de informações em fontes públicas, entregando as mudanças nos dados no momento em que elas ocorrem. Com isso, nossos clientes mantém suas bases de dados continuamente atualizadas, sempre em acordo com qualquer requerimento e sem a necessidade de atualizações periódicas. Se você precisa de ajuda para se adequar aos requisitos regulatórios do seu mercado, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar.

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